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Apostila IHC

IHC: Interação Homem-Computador

As coisas simples devem ser simples. As coisas complexas devem ser possíveis. Alan Kay

É o que mais queremos: tornar nosso cotidiano mais simples. Sermos capazes de realizar toda e qualquer tarefa sem esforço e de forma eficiente. Queremos encontrar procedimentos que estejam em sintonia com nossa experiência, com a forma que pensamos e agimos. Queremos um contexto conhecido para sermos obtermos sucesso. E as vezes queremos sair da nossa zona de conforto, enfrentar desafios e saciar curiosidades.
Nosso cotidiano é repleto de situações desafiadoras que exigem entendimento, estudo e ate cautela ao usarmos produtos,serviços e processos desenvolvidos por pessoas que não conhecemos – ou pior, que não nos conhecem.
O que leva designers e gerentes de produto concluírem que eles sabem qual é a melhor forma de usar um produto? 
Estudos deste tipo podem ser encontrado na grande área de conhecimento chamada Interação Homem Computador. E é sobre isso que este material trata.

Este material é o resultado de uma apostila de Interação entre Homem e Computador (IHC) com conteúdos diversos sobre o assunto utilizados como apoio às aulas ministradas no Centro Universitário UNIEURO (Brasília-DF). A apostila foi desenvolvida para oferecer informações sobre usabilidade, arquitetura de informação, testes, avaliações (de interfaces e de interações), experiência do usuário dentre outros. Seu uso tem sido direcionado para os alunos do último período do curso de Sistemas de Informação na disicplina IHC/TASI (Tecnologias Aplicadas a Sistemas de Informação).

Apresentação

ÍNDICE

__PARTE 1: IHC na prática

1. Introdução a Interação entre Homem e Computador – IHC
1. Os termos associados e o seu Histórico
2. Interface e Interação são coisas diferentes (Recursos de interação)
3. Interfaces e o projeto de interação (Congruência de interfaces/Áreas relacionadas à IHC)
4. O projetista de interação (As profissões decorrentes da área de IHC)
5. Atividades

2. Projetando interações
1. Contextualização
2. O que é projeto de interação?
3. Processos do projeto de interação (Uma solução agregada ao UML)
4. Atividades do projeto de interação (1. Necessidades e requisitos/2. Projetos alternativos/3. Versões interativas/4. Avaliação)
-MAS NÃO TEMOS TEMPO DE DOCUMENTAR!
5. Modelagem do desempenho das tarefas
6. Considerações emergenciais para o projeto de interação
7. Ciclo de vida do projeto de interação
8. Atividades

3. Modelos Conceituais
1. Definição
2. Contexto e definição do modelo Conceitual (Estrutura para elaborar suposições)
3. Criando modelos conceituais (Mapas conceituais)
4. Suporte para o modelo conceitual
5. Tipos de modelos conceituais (Modelos Conceituais baseado em atividades / Modelo conceitual baseado em objetos)
6. Atividades

4. Metáforas
1. Definição (Tipos de metáforas)
2. Metáfora de interface e interação
3. Atividades

5. Paradigmas de Interação
1. Definição (Computação ubíqua/Computação pervasiva/Computação vestível/Bits tangíveis/Ambientes atentos e computação transparente/Workaday world)
2. Atividade

6. Usabilidade e suas metas
1. Conceito de usabilidade: Nielsen (1993), ISO9126 e ISO9241-11
2. Metas de usabilidade (O que são Metas?/Metas de usabilidade/Metas decorrentes da experiência do usuário)
3. Combinando metas
4. Atividade

7. Princípios de projeto de interação
1. Definção e aplicação
2. Princípios de projeto (Visibilidade/Retorno/Restrição/ Mapeamento/Consistência/Fornecimento)
3. Interpretação dos princípios (Compensação entre princípios)
4. Atividades

8. Arquitetura de informação
1. O que é arquitetura de informação (Sistema de Navegação/Sistema de Organização/Sistema de Rotulação/Sistema de Busca/Tesauro, vocabulário controlado e metadados)
2. Processos e metodologias
3. Atividade

__PARTE 2: PESSOAS

9. Usuários e Stakeholders
1. Usuários (Tipos de usuários e seu envolvimento no projeto)
2. Stakeholders
3. Atividades

10. Experiência do Usuário (UX) e PET design
1. Definindo a experiência do usuário
2. PET Design: Persuasion, Emotion and Trust (Persuasão em compra online/Emprego da persuasão no PET design pela HFI)
3. Atividades

11  Personas
1. Definição
2. Atividades

12. Cognição: como conhecemos
1. O que é cognição? (Cognição experiencial/Cognição reflexiva/
2. Tipos processos cognitivos
3. Frameworks para a cognição (Modelos mentais/Processamento de informação/Cognição externa)
4. Atividades

__PARTE 3: AVALIAÇÃO

13. Avaliando
1. Entendendo a avaliação (Teste x Avaliação/Quando avaliar?/Como avaliar/Técnicas de avaliação/Protótipos)
2. Tipos de testes e os produtos gerados
3. O teste de usabilidade
4. Card sorting – classificação com cartões (Variações/Passo a passo)
5. Protótipo de papel
6. Outras técnicas (Eyetracking/PET Scan ou PET Design)
7. Atividades

14. Protótipos
1. Definição (Mockup ou Wireframe/Protótipo de papel)
2. Atividades

15. Paradigmas de avaliação e Técnicas de coleta de dados
1. Paradigma de avaliação (Rápidas e Sujas/Testes de Usabilidade/Estudo de Campo/Avaliação Preditiva)
2. Técnicas de Coleta de Dados na Avaliação (Observar usuários/Perguntar aos usuários/Perguntar aos Especialistas/Testar o desempenho dos usuários/Modelagem do desempenho das tarefas realizadas por usuários)
3. Atividade

16. Heurísticas
1. Definição
(H1) Visibilidade do estado atual do sistema
(H2) Compatibilidade do sistema com o mundo real
(H3) Controle e liberdade do usuário
(H4) Consistência e Padrões
(H5) Prevenção de erros
(H6) Suporte no reconhecimento, diagnóstico e recuperação de erros
(H7) Reconhecimento ao invés de memorização
(H8) Flexibilidade e eficiência de uso
(H9) Projeto estético e minimalista
(H10) Informações de Ajuda e Documentação
Planilha para registro  da análise heurísticas
Alta Usabilidade versus Baixa Usabilidade
2. Atividade

17. Planejando a avaliação – DECIDE
1. Planejando
2. DECIDE:
Framework de orientação da avaliação (1. Determinar as metas/2. Explorar as questões/3. Escolher paradigma e técnicas de avaliação/4. Identificar questões práticas a abordar/5. Decidir questões éticas/6. Analisar, Interpretar e Apresentar dado)
-Estudo Piloto
3. Atividade

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA

Para citar este material:

REBELO, Irla B. Interação e avaliação. Apostila. Brasília, DF. Última atualização novembro de 2009. Disponível na URL irlabr.wordpresss.com.


3 Comments
  1. Francisco José Martins permalink

    Gostaria deste material, achei muito interessante. Como posso obtê-lo?

  2. Muito bom esse material.. Parabéns.

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